domingo, 16 de dezembro de 2007

O que estão fazendo com a querida Pelotas?


Como se já não bastassem ruas intransitáveis e violência freqüente, agora querem esconder uma das belezas da nossa doce cidade, a praia do Laranjal.
Fico me questionando o porquê de realizar um encontro de vôlei de praia, no qual, presente a melhor dupla de voleibol do mundo Ricardo e Emanuel, num ginásio ao invés de aproveitar as paisagens e o clima ótimo para a prática do esporte no Laranjal.
Deve haver alguma explicação lógica para esse absurdo. Tanta falta de opções turísticas, que quando ocorre um encontro como o que aconteceu na última sexta e sábado, onde a praia do Laranja poderia ganhar um destaque maior, seus organizadores (parabéns pela iniciativa) decidem realizar o encontro na AABB.
O que observamos na ocasião foi uma praia montada que não havia mar ou lagoa. O público presente, teve que se contentar com coqueiros artificiais.
Segundo informações complementares, o evento não foi realizado no Laranjal, pois a distância até as praias poderia inibir os amantes do voleibol. Será?

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

O caos no trânsito de Pelotas





Nas primeiras horas do dia 9 de abril de 1979, nasceu um dos filhos mais apaixonados por Pelotas. Quando criança, pensava que tomar conta de uma cidade fosse uma tarefa sem dificuldade para os responsáveis da área. Que a falta de luz pudesse ser facilmente resolvida, que os bandidos fossem parar na cadeia e as pessoas pudessem viver em perfeita harmonia.

Pura ilusão. Percebi a minha cidade despencando. Os políticos apenas preocupados com a suas permanências nos cargos, deixando de lado a ética e a vontade de governar uma cidade tão importante.

Dentre vários exemplos do descaso pelos governos, gostaria de citar o trânsito em geral da nossa cidade. Em primeiro lugar, existe algum filho de Pelotas em sã consciência que não tenha uma crítica sobre o trânsito?

Os azuizinhos foram para as ruas para educar os motoristas e orientar os pedestres. Realmente é um trabalho consciente e interessante. Como dar créditos para esses “pobres” trabalhadores se as condições são poucas, e as que ainda restam, precárias. Por onde andam os automóveis destinados para que essa classe realize um trabalho mais ostensivo?

As sinaleiras estão às escuras. Já fazem mais de duas semanas, na extensa rua Marechal Floriano, sob os cruzamentos das ruas Quinze de Novembro e Andrade Neves, que os semáforos servem apenas para desviar a atenção dos motoristas e pedestres, causando tenção com uma dose de suspense. É um verdadeiro show de buzinas. Bem que naquele trecho de movimento intenso, poderia estar presente um agente de trânsito, para auxiliar o fluxo dos automóveis e pedestres.

É um repertório de obras mal concluídas. O SANEP abre os buracos, mas o SANEP não os fecha. E quando tenta, não consegue. E de quem é a culpa? É da Prefeitura ou dos contribuintes que ainda pagam IPVA, seguro obrigatório, multas e outros impostos para transitar com seus veículos e não os ter confiscados pelas “máfias” das garagens.

As ruas, pelas quais nossos carros transitam são emaranhados de buracos, crateras, pedras e outros adjetivos, menos asfalto. Avenida Dom Joaquim, Bento Gonçalves, Santa Cruz, Deodoro, Santos Dumont, Andrade Neves, Voluntários da Pátria, Rafael Pinto Bandeira, são exemplos fáceis e visíveis do descaso da Prefeitura. Cito essas, pois a grande maioria faz o acesso com o Centro da cidade onde sobrevive Pelotas.

Escolher o melhor buraco por onde passar já não é novidade na terra do doce. Qual o automóvel deveria quebrar para que houvesse reformas nas estradas? Seria de alguém que exercesse um cargo especial na Prefeitura?

Não acreditar nem mesmos nos “confiáveis” semáforos, já é normal. Não devemos esquecer que em alguns cruzamentos as sinaleiras dormem após a meia noite. Melhor dizendo, descansam, causando tensão nos motoristas que não têm certeza sobre a correta preferencial, pois as mesmas ficam piscando e piscando.

A Avenida Bento Gonçalves, virou pista de velocidade. É um festival de imprudência, é moto passando pelo meio dos automóveis, é competição de som, e o triste resultado dessa verdadeira bagunça nas páginas da policia no dia seguinte. Há quantos anos persistem esses problemas? E por quantos mais vamos presenciar esses absurdos? Quem precisa morrer para que a Prefeitura tome mudanças drásticas na penalidade desses infratores? Não gostaria de acreditar que nada pode ser feito. Que esses delitos passem despercebidos e que a vida seja colocada em risco, ora por rachas ora pelas condições das pistas.

O que devemos fazer então? Esperar? Eu prefiro rezar.....

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Futsal em alta

COLUNA – Marcelo Bertholdi Oxley
(matéria pubicada no mês de outubro)



Há muitos anos não víamos em Pelotas, um futsal com extrema qualidade.

Nos anos “dourados” do futsal, muitos desses atletas que hoje orgulham nossa cidade talvez não fossem nascidos.

Pelotas, sempre esteve no topo do esporte. Não é por acaso que muitos jogadores pelotenses, fazem sucesso em diversas equipes do Estado, Brasil e do mundo. O ponto forte do nosso futsal é o trabalho realizado nas categorias de base.

No início de 2000, AABB (Associação Atlética Banco do Brasil) e APE (Agremiação Pelotense de Esportes), tentavam com pouca estrutura, mas com muita dedicação, não deixar morrer esse esporte que sempre foi evidência e uma paixão em Pelotas.

Em seguida, veio o ousado projeto da UCPel em meados de 2004. Projeto que já somou, um vice campeonato Citadino no mesmo ano, terceira colocação na Série Bronze (2005), Campeão Série Prata e Citadino (2006), vice campeonato da IV Copa Sul e Campeão da Unificada Ouro Prata (2007). Em 2008, a UCPel já está garantida na Taça Brasil.

Com quase três anos de existência, a UCPel já participa da Série Ouro e tem uma campanha de causar inveja até mesmo para tradicionais times de futsal do Estado como Ulbra e Atlântico. Hoje a UCPel soma nove pontos em 12 disputados e ocupa a vice-liderança, atrás apenas da ACBF de Carlos Barbosa com dez pontos.

Depois de realizar um jogo parelho em Horizontina contra a John Deere, a equipe pelotense foi derrotada por 3x1. Resultado normal, mas contestado pelos jogadores da Universidade, pelo ritmo de jogo imposto e pelas inúmeras oportunidades perdidas de gols. Se vencer Carlos Barbosa na próxima rodada em Pelotas, no ginásio do Sest Senat, o time de Betinho reassume a liderança da Ouro.

Contudo, é lastimável alguns meios de comunicações não acompanharem o grande momento que vive o futsal em Pelotas. Esperamos que nessa fase quente, possamos observar os lugares no ginásio destinados as rádios e as emissoras de tv’s, realmente ocupados pelos profissionais da área.

É o momento de todo pelotense prestigiar o esporte da bola pesada. Além do sucesso da UCPel pelo Estado, Paulista e Brilhante disputam nas categorias de base, seus jogos finais pelo futsal. O campeonato Citadino também está chegando na fase final. Portanto, tem futsal para todos os gostos e idades.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Um comentário infeliz




Artigo - THOLL



A nossa cidade, Pelotas, sempre levou uma triste fama de “mesquinha” por algumas localidades do Estado, nas quais tive a oportunidade de conhecer. Os pelotenses nunca foram reconhecidos por pessoas humildes ou generosas. Por mais que descorde dessa posição, acredito que os grandes culpados dessas teorias, sejam os antigos moradores ricos e despreocupados com o restante da sociedade. Esses cidadãos, são os mesmo que afundaram Pelotas na miséria e desemprego.
Anos se passaram, e ainda nos dias de hoje, Pelotas possui um descrédito pelo Brasil a fora. Quem já não ouviu falar que nada em Pelotas dá certo? Quantos filhos da nossa terra, tem a triste incumbência de dizer que são pelotenses? Muitas dessas pessoas não deram certo aqui e agora menosprezam suas origens.
O espetáculo do Tholl imagem e sonho, é reconhecido nacionalmente. Como produto 100% pelotense, já se apresentou nos principais programas de televisão do Brasil. Com inspiração no Cirque du Soleil, as diversas tarefas são exercidas com êxito, causando ao espectador um verdadeiro sonho de ilusões. Não me recordo de alguma pessoa ter reprovado o espetáculo. O grupo Tholl é fascinante principalmente para crianças, por apresentar números coloridos e engraçados.

“Agora que somos sucesso,
apareceram muitas empresas querendo nos patrocinar”.


Mas o que presenciei em sua última apresentação na nossa tão querida terra, além de um grande espetáculo, foi uma infeliz colocação do seu diretor geral, que no final do show comentou do sucesso do grupo, esquecendo-se de suas raízes. Teria ele esquecido daquelas pequenas salinhas cedidas pelo Colégio Pelotense bem no início de sua carreira? Será que ninguém ajudou para o progresso do grupo além da Universidade Católica de Pelotas?
Porém, precisamos entender que suas palavras poderiam ter vindo como forma de desabafo, pois certamente não deve ter sido nada fácil o Tholl ter chegado aonde está.
Mas porque desprezar a nossa cidade? Por que não agradecer essa terra sofrida pelo esquecimento de seus filhos? O que há de errado em dizer e agradecer uma cidade linda e cheia de vida?
Enfim, tudo poderia ter acabado bem. Mesmo havendo o agradecimento final, daquele nada humilde cidadão, Pelotas ainda seria visto como terra “imprópria”.
“Agora que somos sucesso em todo Brasil, aparecem muitas empresas querendo se aproveitar dessa situação e nos patrocinar”, frase típica de filho nada pelotense.
Agradeço a Deus, por ter nascido nesse solo e nunca ter desfeito da minha ou outras cidades. Entristeço-me e tenho dó desse comentário acima citado por um filho de Pelotas.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Campeonato dos Cirurgiões


Matéria Opinativa

Foi realizado na última terça-feira em Canoas, no Canoas Parque Hotel o Miss Rio Grande do Sul 2008, reunindo as mais belas mulheres de todo o Estado.

Diversas cidades tiveram suas representantes. No total, foram 67 candidatas. A escolhida para representar o Rio Grande do Sul no Miss Brasil de 2008, foi Natália Anderle da cidade de Encantado. Dentre vários prêmios, a Miss obteve como principal o valor de R$ 12 mil reais.

Porém, o concurso não impede que as participantes tenham realizado algumas cirurgias plásticas. Esse fator, tira o brilho da mulher gaúcha. Para piorar ainda mais a situação, a vencedora terá o direito de realizar uma cirurgia, se achar necessário, para participar do Miss Brasil do próximo ano.

Será que há alguns anos não vamos dar o prêmio para o melhor cirurgião? É justo uma participante com um maior poder aquisitivo se valer de sua situação financeira? Os jurados e idealizadores desses eventos, não se dão conta que estão avaliando muitos corpos produzidos em laboratórios? É correto para um concurso, a beleza ser transformada e não ser natural?

Antigamente era tudo mais lindo. Vencia a mulher que realmente nascia com sua beleza, seja ela qual fosse. Hoje vemos implantes de silicones em várias partes do corpo, uma acentuação nos lábio por botox, micro implantes de cabelos, lipoaspirações, enfim, um arsenal clínico. Os cirurgiões chegaram ao extremo de remover costelas para melhor o desenvolvimento abdominal da mulher.

Ainda há tempo para que nos próximos anos, sejam realizados concursos verdadeiros e que realmente seja avaliada a beleza pura do ser humano.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Linda Manhã




(Matéria Narrativa)




Existem situações na vida que nos deixam tristes e com sentimentos de incapacidade total. Com a dura rotina do nosso dia a dia, às vezes não conseguimos dormir por que nossos problemas vencem o nosso sono.

Na manhã do dia quatro de outubro, por volta das 9h15min, fui sacar um dinheiro na agência bancária do Banrisul (banco do povo), localizada no quartel da Brigada Militar. Como de costume, em seguida que efetuo o saque, aproveito a feira livre, todas as quintas-feiras e sábados na nossa principal avenida, Bento Gonçalves.

Era para ser mais uma manhã alegre, coberta de paz e cheia de perspectivas. Porém, o que não esperava, era a educação do policial que estava fazendo o seu trabalho na entrada do quartel. Quando cheguei ao local, existiam duas pessoas já esperando na fila. Resolvi ultrapassar a linha de espera e conhecer o lindo local que se instalam parte dos nossos protetores. Foi nesse momento que ouvi uma voz grossa, ríspida, me parecendo cheia de raiva e dizendo;
- Ô ô meu amigo!? Pois não!?
Olhei para o lado e reparei que era o guarda que cuidava o local. E então respondi;
- Espero a minha vez e apenas andei alguns passos para conhecer o quartel. Indignado, o gentil guarda, me disse;
- Aqui é área restrita! Área de segurança e tens que esperar pelo lado de fora!
Olhei para ele e respondi mais uma vez;
- Mas e aquela senhora esperando dentro do quartel?
E ele finalizou com todo seu poder;
- Já disse que é fora do quartel!

Naquela hora me senti um inútil, impotente e minha manhã foi por água abaixo. Me lembrei da maneira de como as pessoas falam com os cavalos e gritam com seus cachorros, como se também fosse o correto. Aquele cidadão (também responsável pela segurança da sociedade), usou de toda sua delicadeza e sobrepôs sua voz, mostrando que naquele momento quem mandava era ele. No mínimo, três pessoas presenciaram aquele ato de alta autoridade e puro desequilíbrio emocional.

Todos os dias em que abro a página policial dos jornais, me deparo com centenas de roubos, arrombamentos, homicídios e outros casos de policia e nem por isso questiono a maneira de como é conduzido o trabalho da nossa polícia. Não consigo entender, por que alguns policiais acham que são os donos do mundo. Não seria interessante haver uma boa educação principalmente com o cidadão de bem? Quero acreditar que esse acontecimento foi um fato isolado e que a Brigada Militar, não age dessa maneira.
Em cinco minutos, um despreparado policial, conseguiu liquidar um dia, que era para ser composto de paz e harmonia. Obviamente, não vou agir dessa maneira com qualquer pessoa que seja. Pois ainda acredito que a educação e a boa maneira de tratar alguns assuntos, prevaleçam em primeiro lugar.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Matéria publicada na Revista Trilhas




TRAJETÓRIA FUTSAL UCPEL

Por Marcelo Bertholdi Oxley


PELOTAS NA OURO



Apenas disputar o Citadino de 2004. Esse era o desejo dos organizadores do Projeto Esporte UCPel, Eduardo Folha (Folhinha) e Carlos Neto (Netinho). Porém, o vice-campeonato daquele ano, foi o bastante para que a idéia de participar de uma competição estadual, fosse concretizada. Em 2005, a terceira colocação na Série Bronze, deu o direito a equipe - formada apenas por alunos - em participar da Série Prata do ano seguinte.

O melhor ainda estava por vir. O time da Universidade Católica de Pelotas, com apenas dois anos de existência, sagrou-se campeão da Série Prata de 2006, e o direito de disputar a competição máxima do futsal no Estado, a Ouro.


CAMPANHA VITORIOSA SÉRIE PRATA

34 jogos 22 vitórias 5 empates 7 derrotas
169 gols marcados 111 gols sofridos
Para abrilhantar ainda mais a conquista, o capitão Kaká foi o destaque da competição e o artilheiro da UCPel e também do Campeonato Estadual, foi o pivô Binho com 46 gols marcados. Ainda em 2006, a UCPel, sagrou-se pela primeira vez campeã Citadino.

Mas a Federação Gaúcha de Futsal (FGF), precisou montar na última hora, um campeonato que deixasse de fora no primeiro semestre, as equipes representantes do Rio Grande do Sul - ACBF (Carlos Barbosa), UCS (Caxias do Sul), John Deere (Horizontina), Ulbra (Canoas) e Atlântico (Erechim) - na Liga. O calendário comprometido, foi o motivo da ausência desses times no campeonato gaúcho, segundo ofício apresentado pela FGF.

A Universidade poderia participar da Série Ouro em setembro, com os grandes times. Mas permanecer seis meses sem atividades não era exatamente o ideal da comissão técnica.

A Série Unificada Ouro/Prata foi à saída que a FGF, achou para realizar uma competição sólida, de qualidade e que preenchesse o primeiro semestre. Diferente da UCPel, o SER Pé no Chão de Chapada, optou em jogar somente no segundo semestre. O direito foi adquirido em virtude da segunda colocação na Prata de 2006. Na ocasião, o time pelotense foi o vencedor.




A equipe treinado por Betinho, aproveitou no mês de julho na cidade de Lages em Santa Catarina, para participar da IV Copa Sul e não decepcionou. Um dos adversários da UCPel, foi o Copagril – Marechal Candido Rondon – Paraná, cujo a folha de pagamento gira em torno dos 90 mil reais. A UCPel, derrotou os paranaenses por 5x3. No total, foram cinco jogos, três vitórias e duas derrotas. Mesmo com o intuito de conhecer outras culturas e fazer um intercâmbio, o vice-campeonato veio na bagagem.

Depois do torneio realizado em Lages, a UCPel ganhou moral e começava a alcançar o time de Três Coroas que liderou quase todo tempo a chave B. Nas últimas rodadas, a UCPel, ultrapassou o time do Vale do Paranhana e ganhou o direito de disputar a final, contra o primeiro colocado da chave A, a AFF/Brasil de Farroupilha.

Na grande final realizada no dia 1º de setembro em Lajeado, a UCPel venceu por 2x0. A equipe de Farroupilha, além de obter o maio percentual de aproveitamento na Unificada, também foi o time que mais investiu. Com o título, a UCPel, está garantida na Taça Brasil de 2008.


CAMPANHA VITORIOSA UNIFICADA OURO/PRATA

17 jogos 13 vitórias 1 empate 3derrotas

70 gols marcados 30 sofridos

Artilheiro da UCPel e também do Campeonato Estadual: Sinoê – 24 gols.

Atletas: Gustavo, Júnior, Daniel, Kaká, Diegão, Otávio Lang, Binho, Maurício, Fabre, Roger, Rafael, Márcio Pinto, Jair Silva, João Emir, Sinoê, e Gio.

A Série Ouro, deve ter inicio no mês de outubro. A competição será realizada em turno único e das nove equipes, as quatro melhores classificadas, jogam em semi-finais e finais.

A UCPel, recebe no ginásio do Sest Senat, na primeira fase as seguintes equipes; Atlântico (Erechim), Acle (Cerro Largo), ACBF (Carlos Barbosa) e Ulbra (Canoas). Ainda na primeira fase, viaja para enfrentar; Brasil (Farroupilha), John Deere (Horizontina), Pé no Chão (Chapada) e UCS (Caxias do Sul).

Manoel Tobias e Índio, reconhecidos craques de hoje e principalmente dos anos 90, atualmente jogam na Ulbra. É uma grande oportunidade para os amantes do futsal prestigiarem esses e outros jogadores.